Transcrevo o que disse o Papa em Verdade e Tolerância para fomentar a discussão:
Dito de outra forma: liberdade significaria ter a vontade própria como a única norma de nossas ações. Que nossa vontade pudesse desejar tudo e ter a possibilidade de realizar tudo o que quisesse. Nesse ponto certamente se levantam novas questões: até que ponto nossa vontade é realmente livre? Até que ponto é razoável? E será uma vontade não razoável uma vontade realmente livre? É realmente liberdade uma liberdade irracional? É realmente um bem? A definição de liberdade, entendida como o poder-querer e o poder-fazer o que se quer não deverá ser completada pela sua referência à razão, à totalidade do homem, para que não se converta em tirania do irracional? Não pertence à mútua implicação entre razão e vontade procurar a razão comum a todos os homens, e desse modo a compatibilidade mútua das liberdades? É evidente que na questão da racionalidade da vontade e de sua vinculação com a razão está latente também a questão da verdade.
Então… O que vocês acham? Ilusão?
A visão do Papa foi a mesma que discutimos?
Abraço,
Cigano